SSistemas de iluminação inteligentes ajustam o brilho com base no tráfego de pedestres e veículos e na luz natural, economizando energia e eletricidade. Sensores integrados monitoram continuamente a qualidade do ar, o ruído, a temperatura e a umidade. Um sistema para cuidar de idosos que vivem sozinhos aborda o problema da falta de assistência para essa população... Essas aplicações inovadoras oferecem um vislumbre de como serão as cidades inteligentes do futuro.
No desenvolvimento urbano, devemos aproveitar ao máximo o poder dos dados para impulsionar o desenvolvimento econômico e social das cidades, promover a urbanização e a integração.na digitalização e na construção de cidades inteligentes.
As tecnologias "inteligentes" melhoram a eficiência e impulsionam a modernização da governança urbana. O desenvolvimento de cidades inteligentes facilita a interconexão de infraestruturas, a integração de dados, a interoperabilidade de plataformas e a integração de negócios. Operar em uma única rede e gerir a cidade como um sistema unificado melhora significativamente a gestão urbana e as capacidades de prestação de serviços.
Olhando para o futuro, o aprofundamento do desenvolvimento de cidades inteligentes pode ser abordado sob três aspectos.
As operações urbanas estão evoluindo de um “cenário único” para “múltiplos cenários”, e a construção de cidades inteligentes está passando de um desenvolvimento pontual para uma colaboração sistêmica. Aproveitando essa oportunidade, devemos promover de forma abrangente a transformação digital urbana, fortalecer o apoio a essa transformação em todos os seus aspectos e otimizar o ecossistema de transformação ao longo de todo o processo. Isso aumentará a inteligência e a sofisticação da governança urbana e contribuirá para o desenvolvimento de cidades modernas e centradas nas pessoas.
Reforma e inovação são fundamentais. Muitas localidades carecem de mecanismos coordenados na construção de cidades inteligentes, enfrentando problemas como padrões de dados inconsistentes e interfaces de dados incompatíveis, e o fenômeno dos "silos de dados" ainda persiste. Algumas aplicações inteligentes não atendem às necessidades da população, resultando em baixa eficácia. Para superar os gargalos e obstáculos na transformação digital, é necessário aprofundar as reformas orientadas por dados, enfatizando a coordenação interdepartamental, inter-nível e inter-regional, além de incentivar e apoiar as cidades a explorarem caminhos diferenciados para uma transformação digital abrangente, com base em suas condições locais.
A segurança é fundamental. Informação e dados, como novos elementos da governança urbana, trazem conveniência, mas também apresentam novos desafios. Questões como segurança de dados, viés algorítmico e proteção da privacidade exigem respostas institucionais. A construção de cidades inteligentes não pode se limitar ao processamento rápido e preciso de dados; deve também priorizar a segurança e definir claramente os limites de direitos e responsabilidades em cada etapa de coleta, armazenamento, uso e compartilhamento.
A “evolução” das cidades inteligentes não é apenas um desafio tecnológico, mas também um processo de atualização dos conceitos de governança, aprimoramento dos sistemas institucionais e reformulação da relação entre as pessoas e a cidade. Ela marca o início de uma nova etapa de transformação digital abrangente para as cidades, utilizando o poder digital para impulsionar o desenvolvimento urbano de alta qualidade.
Data da publicação: 10 de janeiro de 2026






